Ofertas em Destaque na Semana Black Friday
Validade: até 25/Novembro às 23h59

Sempre se fala na inclusão digital quando o assunto é colocar mais tecnologia nas escolas. Computadores para todos, tablets para facilitar o aprendizado... Tudo isso parece, e é, muito bacana. No entanto, é preciso lembrar do estado da sala de aula e das condições de trabalho dos professores.
Os avanços da tecnologia já permitiram diversos setores da sociedade a também evoluírem. É nítido que a presença de um computador, uma máquina moderna ou um sistema ágil melhora consideravelmente um ambiente e, desta forma, buscamos cada vez mais aliar o trabalho com os aparatos tecnológicos.

O setor de educação no Brasil é um desses exemplos. Ao longo dos anos, vimos cada vez mais a presença da tecnologia nas salas de aula. Partindo lá dos tempos antigos, com as provas e tarefas ditadas que passaram ao mimeógrafo e, posteriormente, ao papel impresso, até chegarmos a ambientes com TV, som e alunos com notebooks e tablets.

Inclusão digital na escola e a falta de estrutura

A tecnologia é mesmo algo impressionante. Mas já que estamos falando em aula e vivendo um momento importante na categoria (os recentes protestos de professores por melhores condições), que tal fazer aqui um paralelo?

Sempre se fala na inclusão digital quando o assunto é colocar mais tecnologia nas escolas. Computadores para todos, tablets para facilitar o aprendizado... Tudo isso parece, e é, muito bacana. No entanto, é preciso lembrar do estado da sala de aula e das condições de trabalho dos professores.

Um exemplo: no Piauí, milhares de alunos e professores de escolas públicas já receberam tablets para trabalhar em classe. A inovação é notória, mas seria perfeito se não houvessem reclamações de que em alguns locais não existe sequer conexão com Internet para aproveitar o aparelho. 

Em uma matéria publicada no G1, professores e alunos reclamam da ausência da conexão, da falta de uma sala de informática e até problemas básicos de infraestrutura como teto caindo e ventiladores com defeito.

Mesmo as escolas mais estruturadas carecem de um apoio maior no setor de informática. Por ser um ambiente público, a falta de conhecimento ou de profissionais capacitados leva a problemas comuns como falhas de segurança nos computadores e vírus baixados pela Internet. 

Neste cenário, a contratação de técnicos em informática para dar aulas aos professores seria uma maneira de resolver o problema. Outra forma seria um acordo entre órgãos públicos e empresas para entregar máquinas seguras com antivírus oferecidos gratuitamente para os alunos; segundo o site da Psafe, um estudo conduzido pela América Online dita que 20% de computadores pessoais estão infectados por vírus. 

De nada adianta tentarmos dar passos rumo a inclusão digital se não temos uma base sólida e estruturada. Nossos alunos e professores precisam ser ouvidos para que o ensino se torne cada vez mais forte. Só assim, a tecnologia passa a ser parte fundamental no aprendizado daqueles que mais precisam.

Este é um guest post (artigo convidado) enviado por Daiane Ferreira, 20 anos, cursando Publicidade na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Conteúdos:


Autor convidado

Autor convidado

Esse artigo foi enviado e escrito por um autor convidado. Confira as informações sobre o autor no final do artigo. Quer enviar um artigo para o blog?

Os comentários serão moderados pelo autor do blog. Respondo todas as segundas-feiras, terças-feiras e finais de semana.

É muito bom ler comentários, porém atente para algumas regras muito importantes antes de enviar a sua colaboração para este artigo.


Comente este artigo:

0 comentários: