Jaxon Cota é um texano de 11 anos de idade, que aos 9 anos de idade foi identificado com um QI de 148, de acordo com o MENSA (sociedade para pessoas com QI elevado).
Lembra da Esther? Ela tem 10 anos de idade e aos 7 anos de idade já queria entrar na universidade, porém seus pais a impediam. Conheça agora outra história muito mais curiosa e não menos fascinante.

Criança de 11 anos de idade com QI elevado já podia estar na universidade mas não quer

Jaxon Cota é um texano de 11 anos de idade, que aos 9 anos de idade foi identificado com um QI de 148, de acordo com o MENSA (sociedade para pessoas com QI elevado). Jaxon é o tipo de garoto que faz exercícios matemáticos de nível universitário durante o verão, apenas para o seu entretenimento.

Os números sempre me chamaram a atenção. Os números para mim são fascinantes de tantas formas e há tantas coisas para aprender. [Jaxon Cota]

Ele tem capacidade e inteligência para pular vários anos letivos e entrar na universidade mas, por agora, apenas quer ser uma criança.

Jaxon é uma criança consciente de suas habilidades matemáticas fora do comum para sua idade, porém sabe que sua vida não pode girar em torno apenas deste fato. Jaxon participa de competições de Matemática e diz que o seu amor pelos números está na base do seu amor pelo basebol, referindo-se à parte estatística do jogo.

Não é algo que eu quero fazer (entrar numa universidade), porque iria deixar de poder fazer as coisas que gosto, como jogar basebol e estar com os meus amigos. [Jaxon Cota]

Minha opinião

Está mais do que certo! E ponto final!


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Edigley Alexandre

Edigley Alexandre

Graduado em Matemática pelo DME na UERN em 2007, leciona Geometria, Matemática e Física. Blogueiro Part-Time desde 2007. Membro do Google+ Create em Português. Seu interesse é compartilhar conhecimento matemático interligado à Tecnologia da Informação e Comunicação, assim como artigos de opinião sobre Educação, Matemática e Educação Matemática.

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2 comentários:

  1. Crianças com QI elevado que entram na universidade podem passar por dolorosos sofrimentos psicológicos, porque podem se sentir muito pressionadas a corresponderem a expectativa de "gênio" (fato que já gerou consequências trágicas) e, além disso, a vida universitária não é só adquirir conhecimentos teóricos, pois envolve ainda a interação social, networking e auto-reconhecimento que estão fora do mundo de uma criança.

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    1. Olá, Ítalo!

      Concordo plenamente. A criança tem que viver sua infância e não forçada a algo apenas porque tem uma habilidade matemática fora do comum.

      Abraço!

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