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O blog para professores e estudantes de Matemática. TIC aliadas à Matemática.
Estou maravilhado com esse projeto da Khan Academy em parceria com a Pixar. Ver a Matemática desta forma faz todo sentido para crianças e adolescentes (por que não adultos também) que ainda não tiveram a oportunidade de enxergar a utilidade de equações e formas geométricas nas animações mais famosas do cinema.

Khan Academy lança o 'Pixar in a Box' e mostra a Matemática por trás de suas animações

Sobre o Pixar in a Box

O Pixar in a Box foi desenvolvido para ajudar os alunos a responder uma questão antiga: por que preciso aprender isso? Nossa resposta para essa pergunta é uma série de lições interativas, na qual cada uma demonstra como um conceito introduzido na escola é usado em benefício da criatividade na Pixar.

QUERO ENTRAR AGORA!
Lhe convido para um ato de curiosidade, pensando nas seguintes perguntas e suas respostas em alguns vídeos logo a seguir. Como uma grama ou qualquer tipo de vegetação é construída usando arcos de parábolas (gráfico de equações do 2º grau)?



Como criar arcos parabólicos?



No ambiente interativo promovido pela Khan Academy, você pode criar esses arcos de forma virtual usando apenas o seu mouse.

O projeto é divido em um módulo para alunos e outro para professores. Em cada um há um guia completo com vídeo aulas e animações interativas onde você pode aprender o que viu em teoria.

Acesse pt.khanacademy.org e faça login com a sua conta do Google ou Facebook. Semelhante a um curso EAD, você terá diversas atividades propostas para ser realizadas.

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Paga algum valor?

  • Milhares de exercícios práticos interativos do jardim de infância até cálculo;
  • Vídeos com explicações detalhadas para assistir em seu próprio ritmo;
  • Acompanhe seu progresso para identificar o que deve praticar em seguida;
  • Totalmente gratuito;
  • Sem anúncios, sem assinaturas.

Matemática por assunto

  • Fundamentos de matemática;
  • Aritmética;
  • Álgebra I;
  • Geometria;
  • Trigonometria;
  • Probabilidade e estatística;
  • Cálculo;
  • Equações diferenciais;
  • Álgebra linear;
  • Matemática para o divertimento e a glória.

Matemática por ano

  • Pré - 3° ano;
  • 4° ano;
  • 5° ano;
  • 6° ano;
  • 7° ano;
  • 8° ano;
  • 9° ano.

Ciências e engenharia

  • Física;
  • Química;
  • Biologia;
  • Saúde e medicina;
  • Engenharia elétrica.

Economia e finanças

  • Microeconomia;
  • Macroeconomia;
  • Mercado financeiro e de capitais;
  • Empreendedorismo.

Computação

  • Programação;
  • Ciência da computação;
  • Hora do Código;
  • Animação digital.

Artes e humanidades

Music.

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Não deixe escapar essa oportunidade de mostrar esse ambiente aos seus alunos. Aproveite a paixão que os seus alunos tem pelas animações e mostre-os como a Matemática é aplicada para desenhar ambientes e personagens com uma perfeição extrema.

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Neste mês o blog completou 9 anos de vida. Desde 6 de maio de 2007 este humilde blog está no ar, levanto um pouco de Educação, Matemática e Educação Matemática para diversos países deste lindo planeta.

9 anos de blog [não crie um pra você]

É certo que o tempo não é mais o mesmo, que o seu crescimento acarretou mais responsabilidade e tempo é uma moeda muito cara, não é toa que somente agora consegui escrever e publicar esse pequeno texto. No entanto, o prazer ainda é o mesmo. É muito bom sentar aqui, colocar o fone de ouvido e ouvir minha playlist favorita com o melhor do Heavy Metal (neste momento ouvindo Metallica), e ao mesmo tempo escrever uma postagem. Sim, eu consigo, desde que seja música internacional.

Não crie um blog pra você!

Realmente não crie um blog pra você se realmente não tem um espírito de partilha sem esperar nada em troca. Não me refiro a parte financeira, visto que os anúncios que você vê aqui apenas paga o domínio e outros serviços externos do blog.

Ajudar as pessoas de alguma forma é o que há de mais importante. Leia o artigo no primeiro link acima e me entenderá melhor.

Agradecimentos

Obrigado aos quase 4 mil assinantes do feed do blog, aos mais 9.500 fãs no Facebook, aos mais de 160 mil seguidores nas coleções do Google+, aos mais de 1.3 mil seguidores no Twitter e demais redes sociais. Obrigado pela rede de compartilhamento que vocês criaram em volta deste blog.

Um obrigado especial para os leitores assíduos que tiram um pouco do seu tempo para deixar a sua colaboração, em forma de comentário, em alguma postagem aqui no blog ou nas redes sociais. Vocês não imaginam como é bom ler comentários.

Obrigado e externo aqui o meu mais sincero agradecimento.

Desculpas

Para quem acompanha este blog sabe que gosto de presentar quem é assíduo por aqui. E quando falo em presente, sempre penso em livros. E o tema é claro, tem que ser Matemática.

Infelizmente não estou numa fase muito boa e por isso não posso lançar nenhuma promoção aqui (por enquanto). Deixei em aberto uma promoção que não tem data para começar. Se te interessar, acesse esse artigo, leia tudo e participe. Tenho certeza que gostará dos livros.

Desculpa por isso.
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$e^{i.\pi}+1=0$ ou $e^{i\varphi}=cos(\varphi)+isen(\varphi)$ são conhecidas como Identidade de Euler, em homenagem ao matemático suíço Leonhard Euler. É considerada uma das expressões mais lindas da Matemática.

Leia também: Um exemplo da importância do número de Euler.

Wallpaper matemático 14: Euler

Os wallpapers estão nas seguintes resoluções HD 16:9: 1024x576 - 1280x720 - 1366x768 - 1600x900 - 1920x1080 - 2048x1152 - 2400x1350 -  2560x1440 - 2880x1620 - 3554x1999 - 3840x2160.


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Depois de escrever sobre Como treinei meu cérebro para me tornar fluente em Matemática, volto para um trecho dessa história que omiti até então. O motivo é que, primeiro o texto ficaria muito extenso, e segundo, me sentia mal quando pensava nisso. Agora senti a necessidade de externar. Este texto foi escrito em janeiro de 2015 e ficou em rascunho no blog até hoje.

Professora, estou pensando em desistir. É melhor mesmo!

Somente os professores de escolas de nível Fundamental e Médio, precisam de uma reciclagem constante? Professores universitários também precisam? Isso parece óbvio, mas na prática funciona da mesma forma como em outras classes docentes. O título desta postagem traz uma pergunta que fiz para uma professora universitária e a sua resposta direta, na época em que cursava Matemática.

Nesta postagem você não lerá sobre Matemática ou nenhuma ferramenta para as aulas de Matemática, mas sobre a 'formação' de professores de Matemática.

Por que estou escrevendo sobre isso depois de tanto tempo? Recentemente fui adicionado em um grupo no Whatsapp¹, que tem o objetivo de reunir a turma dos tempos da faculdade. Cada um relembrava de momentos que passamos juntos e também com professores. São lembranças boas até esta que começo a descrever logo abaixo.

A minha jornada durante o curso de Matemática não foi fácil. Você pode me entender um pouco lendo o artigo no link citado na primeira linha desse post, onde relato meu processo de aprendizagem durante a graduação.

Leu o artigo? Até passar por estes momentos já havia enfrentado outros tantos e que tornaram as coisas muito mais complicadas.

Pensando em desistir [parte 1]

É normal pensarmos em desistir quando passamos por algumas adversidades que nos desanimam. Problemas pessoais fizeram com que me ausentasse de algumas semanas de aula, incluindo a cadeira de Psicologia da Adolescência. Ao retornar às aulas, procuro a professora desta cadeira e durante alguns minutos de conversa, exponho algumas situações que passei, e, já um pouco desanimado, lanço a pergunta despretensiosamente: Professora, estou até pensando em desistir! Resposta: É melhor mesmo!

Pensando em desistir [parte 1]

Obviamente não sou adolescente (e se fosse um?), no entanto, é normal ouvir uma resposta como essa, de uma professora de Psicologia da Adolescência?

Realmente estava pensando em desistir da cadeira, pois havia perdido as primeiras avaliações, e não podia entrar com requerimento para fazê-las. Ai você me pergunta: por que desistir professor? E aquele texto sobre a conquista da fluência em Matemática? Força de vontade, persistência, etc. É tudo mentira? Claro que não!

Continue lendo e tente me entender.

Geralmente um individuo não é bom em tudo que pretende absorver. Exemplos:
  1. O indivíduo que tem habilidades com a Matemática (eu), tem dificuldade em algumas cadeiras de Humanas;
  2. O que tem habilidades para Direito, Pedagogia, História, Geografia, etc., tem dificuldade em cadeiras de Exatas.

Isso é natural, e é por isso que existe ainda o vestibular vocacionado.

Não estou afirmando que quem tem habilidades com a Matemática, não sabe escrever e ler bem, e que muito menos não gosta de literatura em geral. Não me entenda mal.

O fato é que o exemplo 1 cai perfeitamente em mim. Na época, por depender de transporte público e de condições climáticas, perdi diversas avaliações e corri atrás do prejuízo. E sempre conseguia. Por que? Porque eram cadeiras como Cálculo, Álgebra Abstrata, Álgebra Linear, Geometria, etc. Cadeiras que adorava estudar e tenho certa facilidade para dominar.

Não posso dizer o mesmo de Psicologia da Adolescência, da Aprendizagem, Didática, e tantas outras. E depois daquele É melhor mesmo!, minha aversão por essas cadeiras aumentaram mais ainda.

Esse relato é pessoal, e não o tenha como caso geral. Mas, infelizmente tenho que citar.

Exceto Língua Portuguesa Instrumental, todas as outras cadeiras foram ministradas por professoras que não dão a mínima para a formação de professores no curso de Licenciatura em Matemática, Física, Química e Biologia.

Nossa, professor! Você está sendo categórico demais. Talvez. Responda a pergunta abaixo:

Sendo um estudante universitário, como você reagiria a abordagem de uma professora que entra em sala de aula, divide a turma em grupos, dá um tema para cada um, planeja e aplica seminários durante todo o semestre como forma de avaliação?

Se você é calouro e a sua única perspectiva é de se formar naquele curso, aguenta calado. Se é uma pessoa mais experiente, com bagagem acadêmica e ainda com uma profissão, pode contestar tranquilamente. Porém, despertará um sentimento não muito nobre desta professora. O resultado será uma lista pregada no mural recheado de notas baixas.

Pensando em desistir [parte 2]

Por mais que fosse um desabafo, e que realmente não era o meu pensamento de desistir, fiquei surpreso com a atitude da professora. Baixei minha cabeça, dei meia volta e naquele semestre nunca mais assisti aulas de Psicologia da Adolescência, que era pré-requisito para Psicologia da Aprendizagem. Resultado: atrasei o curso por conta disso.

Pensando em desistir [parte 2]

Resolvi pagar todos os créditos do curso e deixar estas cadeiras de humanas para o final. Após pagá-las, faltava estas benditas cadeiras de Psicologia, e assim poder concluir o curso.

No primeiro dia de aula para Psicologia da Adolescência, a professora entra em sala de aula e se apresenta: meu nome é incógnita, me graduei na universidade X, fiz especialização na universidade Y, mestrado fora do Brasil na universidade Z e doutorado também fora do Brasil na universidade W. Escrevi este livro, este e este. Vamos começar a aula.

Como já citei, a professora dividiu grupos em alguns temas e pediu que apresentasse seminários. E só! Como eram poucas aulas por semana, as únicas atividades para todo o semestre eram seminários. Ela assistia, criticava, apontava erros, fazia anotações e assim terminava sua aula. Ninguém ousava discordar.

Mais uma pergunta: tanta formação acadêmica para apenas isso?

Meu pavor pela disciplina foi aumentando desde a primeira má experiência. E chegou ao auge quando recebo a notícia que a professora me reprovou juntamente com alguns colegas do mesmo grupo sem motivo aparente.

E foi neste momento que desisti. Não aguentava mais.

Já havia cursado Análise Matemática,  que é considerado o bicho papão do curso de Matemática (só quem estudou sabe), e faltava apenas as Prática de Ensino, estas, com pré-requisitos que eram as psicologias.

Quando saio da sala de aula e passo pelo corredor do Departamento de Matemática, me esbarro com o diretor da faculdade. Com um sorriso estampado ele perguntou se estava tudo bem. Com um semblante abatido, respondo que não. E daí lhe conto da reprovação em Psicologia da Adolescência, e, consequentemente, da minha desistência do curso.

De imediato ele refuta e diz que isso não poderia acontecer, pois estava prestes a terminar o curso e não poderia ser reprovado por conta disso. O diretor entrou em contato com a professora e pediu uma explicação para a reprovação.

Como os argumentos não foram satisfeitos, foi pedido que realizasse um trabalho sobre um tema especificado pela professora. "Desenvolvi" o trabalho e assim encerrei estas disciplinas traumáticas.

Estas 'psicologias' não servem para nada!

Mentira! Servem sim. O problema é como a abordagem dessas cadeiras estão sendo exploradas por professores dos cursos de licenciatura em universidades públicas e/ou privadas.

Estas 'psicologias' não servem para nada!

Com a abordagem que vivenciei, realmente não serve para nada e nunca utilizei em sala de aula. O que faço é aplicar as minhas próprias estratégias e 'psicologias' que de alguma maneira funcionam.

Já tive alunos adolescentes altamente descompromissados e desinteressados com seus estudos. Eu podia fingir que eles não existiam e seguir com as aulas, afinal minhas aulas não eram comprometidas por conta disso. Mas não, conversava com eles fora do horário das aulas e aplicava algumas psicologias que julgava se encaixar. Nem sempre funcionava. Já vi mãe chorando me perguntando o que fiz com o seu filho, pois passou a estudar em casa e na escola.

Sei que a minha função como professor não é essa, mas quando vejo uma oportunidade sinto a necessidade de tentar algo. Ficar parado, criticar e reclamar de tudo não ajuda em nada.

As didáticas e metodologias que aplico em minhas aulas funcionam na maioria das vezes, e quando não funciona tento buscar outras alternativas.

Formação de professores

No artigo 7 razões para você nunca querer ser um professor de Matemática, dentre outros fatores, afirmo que o professor não deve entrar para licenciatura por opção. Isto é, "não tem outro curso mesmo!".

Aos trancos e barrancos consegue se formar. Faz um concurso público e começa a dar aulas de qualquer forma. Julga estar estável em seu emprego, mesmo ganhando pouco. Um professor por opção não tem a mínima preocupação se o seus alunos estão aprendendo ou não. Aliás, qualquer queda de desempenho dos alunos, a culpa é sempre do aluno.

A frase "você é formado?" nunca foi tão ambígua como hoje.

Li diversos textos e artigos sobre a Formação de Professores no Brasil. A maioria destes textos apontam que a maior dificuldade para uma boa formação de professores é a separação que se faz entre a teoria e a prática. Os conteúdos ou a forma como os conteúdos estão sendo ensinados nas universidades não estão em consenso com o que se trabalha em sala de aula. Isso não é óbvio? Claro que é!

O que faz a diferença numa boa formação de professores é que ela seja contínua e acompanhe a prática. As faculdades se dedicam muito a passar teorias, mas acabam se afastando da prática. [Mila Molina, coordenadora de projetos da área de formação de professores da Fundação Lemann]

Muitos estudiosos pregam a instrumentalização dos professores como forma de realizar mudanças através de uma política de reconstrução da fundamentação da prática pedagógica. Já que eles assumem esse papel de avaliadores dos seus alunos, devem ter condições para tanto.

No Brasil tudo é complicado. Minha prática de sala de aula tive que aprender quando comecei dar aula. Pois, na universidade fica-se com a teoria, pois é mais fácil. Como que os professores da graduação e pós-graduação de nossas universidades "são professores para formar professores" se muitos nunca pisaram na sala de aula? Não sabem o que é dar aula para adolescentes e jovens. Nos concursos nem se pede experiência de sala de aula. Conta-se apenas títulos e a prática fica em 2º plano. [Comentário de Angélica em Formação de professor boa é contínua e prática]

Cada vez que leio ou assisto noticiários políticos, mais o meu otimismo em ver a Educação melhorando se desfaz. Mesmo sendo um problema tão complexo, todos tem uma "solução" simples para salvar a Educação no Brasil.

O presidente tem uma solução, a Câmara, o Senado, o prefeito, o governador, o vereador, o reitor, eu, etc. Infelizmente são teorias sem práticas ou lindas teorias que na prática não funcionam, ou ainda teorias tão simples, mas que é descartada por aqueles que nos representam no Congresso Nacional. Afinal, a ideia tem que virar lei.

Todas elas exigem esforço em conjunto, investimento financeiro em estrutura e em professores.
Não adianta reformular os currículos dos cursos de pedagogia ou licenciaturas, se a própria postura e concepção dos professores formadores dentro das universidades não mudar. [Anna Helena Altenfelder, superintendente do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária)]

Assim como se fala sobre o uso de novas metodologias na educação básica, as instituições formadoras devem transformar a sua forma de ensinar.

Há uma pedagogia dentro da universidade que precisa ser refeita e aberta. Há formadores fechados, achando que ainda cabe ensinar dentro do modelo que aprenderam. [Pesquisadora Valeska Maria Fortes de Oliveira, da ANPEd]

Ela destaca que, para criar referências para o futuro professor, é importante usar a homologia dos processos, ou seja, aplicar na sua formação as mesmas práticas pedagógicas que deverão utilizar com seus alunos.

Leia os artigos sobre a Série Formação de Professores em porvir.org.

Acadêmicos avaliam professores em site

Descobri um site no mínimo curioso. Em um ranking e avaliados sob diversos aspectos, acadêmicos de cursos superiores atribuem notas para os seus próprios professores. No final, cada curso, departamento ou universidade tem uma média final.

Para quem faz o seu trabalho de forma correta, é um prazer ter o seu nome no TopProfessors. Já os outros é uma vergonha alheia.

Imagina ter o seu nome assim numa lista assim:

Acadêmicos avaliam professores em site

O site permite o cadastro de universidades, professores ou departamento. O professor que não gostar de ver seu nome no ranking pode pedir a exclusão.

O site é esse

topprofessors.com


Conclusão

Não pretendo desmerecer o trabalho de nenhum professor, apenas enfatizar que o que se prega nos cursos de licenciatura é o que será pregado em escolas por professores despreparados e descompromissados. O exemplo sempre vem de cima.

É estranho perceber que em faculdades onde formam-se futuros professores, os que estão lá não tem a formação necessária para ser um espelho para os próximos professores.

Desde que terminei o curso em 2007, muita coisa já tem mudado nos cursos de licenciatura. A própria grade curricular mudou, trazendo mais benefícios tanto para quem ensina quanto para os professores em formação.

Sabemos que a mudança da grade não é suficiente. A mudança começa em nós. Se hoje sou professor é porque me espelhei em professores exemplos.



¹ No momento não uso mais.
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Guido Menzio foi expulso de um voo da American Airlines suspeito de terrorismo devido a equações diferenciais. Você consegue imaginar o porquê disso?

Menzio voava de Filadélfia para Syracuse na quinta-feira para dar uma palestra na Universidade de Queen, em Ontário, Canadá.

Uma passageira que estava sentada ao lado do professor no avião tentou iniciar uma conversa com Menzio, mas ele não mostrou muito interesse e logo depois mergulhou nas suas anotações. A vizinha do professor começou ler um livro e, posteriormente, chamou a aeromoça e lhe passou uma nota.

Enquanto os passageiros esperavam que o avião decolasse, a aeromoça se dirigiu à vizinha de Menzio e, perguntando sobre o seu bem-estar, acompanhou ela até à porta do avião.

Parece piada mas não é: matemático é detido em voo por estar resolvendo equações diferenciais

Mais tarde foi divulgado que a passageira viu o professor resolver equações diferenciais em um caderno e informou a tripulação sobre isso, supondo que Menzio poderia ser um terrorista. O voo foi adiado, enquanto Menzio foi retirado do avião para interrogatório.

A American Airlines confirmou que a mulher que expressava suspeitas sobre o professor de Economia, Guido Menzio, estava doente demais para tomar o um voo. O porta-voz americano Casey Norton disse que a tripulação seguiu o protocolo para cuidar de um passageiro doente e, em seguida, para investigar suas alegações.

Quando a situação foi resolvida, o professor voltou para o avião.
Eles me disseram que ela pensou que eu era um terrorista porque eu estava escrevendo coisas estranhas no meu caderno. Eu ri e nós voltamos para o avião. Eu tive que mostrar as minhas equações matemáticas. [Menzio no Facebook]

Com informações de Washington Post
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No artigo Para que serve um matemático e um professor de Matemática? escrevi um pouco sobre as principais diferenças entre um professor de Matemática e um matemático. Nesta reportagem você poderá conferir na prática o que compartilhei em texto.

Tiago Pereira da Silva - Professor - ICMC/USP

Assista o vídeo abaixo e fique sabendo o que matemáticos fazem para combater no controle do vírus H1N1 entre outras áreas que um matemático pode atuar.




Stefen Rusher - Pesquisador - ICMC/USP
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Se você é professor de Matemática do Ensino Fundamental 1 ou 2, ou porque não do Ensino Médio, com certeza já passou pela situação de durante uma aula, perguntar quanto é 8 vezes 7 e escutar o silêncio do aluno.

Se você é um estudante que se enquadra em um destes níveis de ensino citados acima, tenho a certeza que se sente desanimado em continuar a estudar Matemática porque simplesmente não conseguiu aprender a tabuada. Não entrarei no mérito do professor em conseguir ou não fazer os seus alunos aprenderem a tabuada.

Aprenda tabuada de forma fácil em horas, não em semanas! [e-book]

Discutir onde estão os erros, seja em aluno ou professor nunca é a melhor alternativa. A melhor saída é buscar formas diferentes e/ou complementares de se ensinar qualquer conteúdo matemático de forma eficaz.

Tente avaliar quando a sua didática e metodologia não funcionam para todos os seus alunos, e aí sim é hora de procurar outros meios. Qualquer ajuda é bem-vinda e deve ser testada em busca do melhor aprendizado dos nossos alunos.

O título do post parece pretensioso do ponto de vista de quem ensina, mas do ponto de vista de quem aprende é sempre uma barreira. Conheça o e-book Tabuada Fácil - Método de Aprendizado, e aprenda a tabuada usando esse método.

O que é a Tabuada Fácil?

A Tabuada Fácil é um e-book que busca ensinar de forma prática e eficaz a tabuada. No método convencional a criança precisa decorar uma quantidade grande de números que não tem muito sentido para ela.

Até nós adultos temos dificuldades em lembrar alguns resultados da tabuada. Mas com o método da tabuada Fácil a criança aprende de forma objetiva e prática, gerando o entendimento não pela decoração mas sim pela assimilação do conteúdo. Assim ela se lembrará dos resultados com muita facilidade e naturalidade.

Tive acesso ao material e como professor de Matemática, aprovo o método. Toda a alternativa que colabora para o melhoramento da aprendizagem do aluno é bem-vinda e merece ser conhecido por pais e alunos.

Acesse, conheça, se puder compre e divulgue esse e-book para crianças, adolescentes e adultos que querem aprender a tabuada.

Sobre o E-book Valor: R$ 27,00 Quero aprender já
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As crianças e as pessoas em geral rejeitam a matemática e depois no seu dia-a-dia usufruem e dependem de produtos e serviços que só são possíveis pela presença da matemática. É um paradoxo que nos incomoda e nos afeta a todos mais direta ou indiretamente.

Foi a nossa experiência pessoal e profissional que despertou a vontade de contribuir para a dissolução da barreira existente entre a matemática e a sociedade e nos levou a desenvolver PLAY KACHI .

A matemática é uma disciplina que ensina a pensar e a estruturar formas de raciocínio e talvez por isso requere uma forma de estudo diferente e muito prática.

Conheça o Play Kachi: estudar com prazer é essencial para aprender

Conseguir aplicar os conhecimentos apreendidos na escola na resolução de situações problemáticas é uma dificuldade notória em muitas crianças e jovens. 

A 1ª ideia de criar uma ferramenta de estudo diferente surgiu em 2006-2008, num formato bem diferente, ainda a pensar num dvd. Eu e a Teresa conhecemo-nos desde os dez anos. Estudamos e trabalhamos juntas em várias fases das nossas vidas. Na altura o projeto foi para a gaveta por não termos capacidade financeira para aceder aos meios necessários para o realizar.

Com grande resiliência e muita persistência conseguimos concluir a 1ª parte deste projeto que estamos a lançar e já está disponível nas lojas Apple_Store e Play Store.

A ideia foi criar uma ferramenta de estudo alternativa ao tradicional caderno, lápis e borracha, que refletisse a tendência do processo de aprendizagem, que no futuro será inseparável das tecnologias. As crianças adoram jogar, as crianças vivem e convivem com os dispositivos móveis e estudar com prazer é essencial para aprender.

Converter o tempo que despendem nos dispositivos móveis em tempo útil, tempo de aprendizagem é uma satisfação para todos nós.

PLAY KACHI aplica elementos de videojogos à aprendizagem da matemática

PLAY KACHI aplica elementos de videojogos à aprendizagem da matemática. O uso de créditos sobre a forma de pontos, moedas e medalhas, estimula o jogador a avançar e a obter benefícios e resultados imediatos sem se focar somente no objetivo final. Para atingir o objetivo lúdico do jogo, a reconstrução do reator de uma nave espacial, o jogador é motivado a resolver uma série de desafios.

Os videojogos ajudam a manter a concentração do estudante, a motivação e a trazer mais prazer ao estudo.

Os videojogos ajudam a manter a concentração do estudante

Os videojogos ajudam a manter a concentração do estudante


O que é Play Kachi?

Play Kachi é a primeira aplicação para dispositivos móveis tablets e smartphones que abrange o programa escolar de matemática num jogo de aventura com mais de 250 desafios. Este serious game utiliza os estímulos e os princípios dos videojogos em duas vertentes: lúdica e didática.

O que é Play Kachi?

Play Kachi é uma ferramenta de estudo para crianças com mais de 8 anos de idade. Tem a vantagem da mobilidade: permite estudar a qualquer momento e em qualquer lugar. Este jogo promove a autonomia e simultaneamente permite uma interação com a família facultando a possibilidade de uma experiência partilhada. Como já tivemos oportunidade de observar.

Play Kachi é uma ferramenta de estudo para crianças com mais de 8 anos de idade.

A história do jogo é uma viagem pelo espaço . Kachi, a personagem principal , com o amigo Doei, no meio de uma brincadeira descolam na nave da mãe, entram na galáxia do fogo, onde se perdem e danificam o reator da nave. A reconstrução do reator obriga-os a percorrer os cinco planetas da galáxia para conseguirem voltar ao planeta de origem.

Em cada um destes planetas é abordado um tópico do programa de matemática tal como a geometria, a estatística, os números naturais, racionais e as medidas e operações.

Em cada um destes planetas é abordado um tópico do programa de matemática

Foi desenvolvida para sistemas Ios e Android tanto para tablets como smartphones . Está disponível nas lojas virtuais Apple store e Play store e o download é gratuito.

Play Kachi Trailer



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Este é um artigo convidado. Foi escrito e enviado por Isabel Oliveira e Teresa Fernandes.

As autoras Teresa Fernandes e Isabel Oliveira, nasceram e vivem no Porto - Portugal. Conheceram-se na escola com 10 anos idade. Estudaram juntas Matemáticas Aplicadas/Informática na Universidade Portucalense do Porto e trabalharam juntas em várias fases da vida.

Foi da experiência profissional e pessoal, nomeadamente no acompanhamento de crianças e do gosto que ambas têm pela matemática que surgiu a ideia de criar PLAY KACHI.
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Sério? 2023? Sério! Dá um trabalho danado, mas eu gostou muito!

Desde 2007 estou por aqui. Muita coisa mudou, principalmente a forma como os blogs se comunicam. A forma como os blogs se mostram mudou muito. A tecnologia para a criação de blogs responsivos (que se encaixam em qualquer tamanho de tela) avançou muito também. 

Hoje, a maioria dos visitantes deste blog acessam através de dispositivos móveis, o que mostra como é importante manter um layout responsivo.

Novo visual do blog para 2016 a 2023

Mas convenhamos, nos cansamos rápido de visuais. Sempre queremos ver algo novo. Seja nossa roupa, comprar uma tv ou um smartphone mais moderno, etc., é comum querermos mudar um pouco. E as mudanças devem ser boas.

Depois de 2 anos, renovo o blog com um novo visual. É o meu aniversário e me dei esse presente, pois este blog é umas das minhas grandes paixões. E de quebra acabo ajudando muitas pessoas.

O que mudou?

  • O layout continua responsivo, isto é, o blog se encaixa em qualquer tamanho de tela, ideal para smartphones, tablets, iPad, etc.
  • Em sua página inicial conta com diversas categorias dando destaque para os artigos no blog.
  • O menu está mais organizado e conta também com a exibição de categorias principais do blog.
  • Agora é possível comentar, além do sistema de comentários do Blogger, com o Disqus e o Facebook.
  • Apenas o sistema de comentários do Blogger aceita a interpretação de códigos em Latex.
  • O mapa do site foi reformulado.

Deixe um comentário nesta postagem. Conte-me se o novo layout te agradou.
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Sobre o limite na franquia de dados na Banda Larga Fixa.

Se você está preocupado somente com o processo de impedimento da presidenta, acho melhor aumentar o seu foco de preocupações. Por que escrevo sobre o assunto? O que isso tem a ver com a Educação, Matemática ou Educação Matemática? Tudo!

Adeus faculdade a distância! Adeus cursos online! #InternetJusta

Se não bastasse a crise política no país, agora algumas operadoras de telefonia querem limitar a franquia de dados na Banda Larga Fixa. E isso não pesa somente para os usuários comuns, mas também para empresas.

Enquete


Isso é muito sério! Desde que tomei conhecimento sobre o tema, estou preocupado. O Ministério Público do DF está de olho também.

Para entender de forma simples o que isso significa, o Oficina da Net, publicou um ótimo texto explicando:
  • O que é a franquia de banda larga?
  • Quanto posso usar da internet?
  • Quais serão as franquias?
  • Quais são os maiores vilões da banda larga?
  • Como estão os planos pelo mundo?
  • Números da internet no Brasil
  • Números da internet no mundo?
  • A qualidade da Internet no Brasil
  • As empresas podem cortar a internet?
  • Clientes antigos serão afetados pelas franquias limitadas?
  • Como medir o meu consumo de internet?

Adeus faculdade a distância!

Se o plano for posto em validade, qualquer curso online que utiliza alguma ferramenta de suporte à Educação a Distância ou presenciais, colaborando para a formação de professores ou no treinamento de profissionais de diversas áreas, estará comprometido.

Com a prática abusiva de franquias, o custo para o uso e implementação de ferramentas como estas em cursos de EAD aumentam, e se aumentam, isso é repassado para o consumidor final. E no final das contas, tudo sairá mais caro. É uma maravilha! O brasileiro está nadando em dinheiro.

Suponha que você controle fielmente o seu limite de franquia, e durante um curso online, inesperadamente seu limite é esgotado. Imagine as atividades que deixou de realizar. Este é apenas um pequeno exemplo.


Adeus entretenimento e estudos!

O consumo de apenas um episódio por dia na Netflix, da série que você mais adora, gera um fluxo que poderia exceder, se considerada a implementação destes limites franquias.

Por exemplo:
  • Perfil de uso leve: 4 horas de navegação na web (1,6 GB) e um episódio de Netflix por dia (1,1 GB) x 30. O consumo mensal é de aproximadamente 78 GB.
  • Perfil de uso intermediário: 4 horas de navegação (1,6 GB), 1 hora de streaming no YouTube (1,2 GB), um episódio de Netflix por dia (1,1 GB) x 30, além do download de dois jogos por mês (40GB).  O Consumo mensal é de aproximadamente 157 GB.
  • Perfil de usuário avançado: 8 horas de navegação (3,2 GB), 2 horas de streaming no YouTube (2,4 GB), dois episódios de Netflix por dia (2,2 GB) x 30, além do download de oito jogos por mês (160 GB). O consumo mensal é de aproximadamente 394 GB.

Faça os cálculos para o fluxo de mídia gerado pelos vídeos que você assiste todos os dias no youtube. A notícia não é boa.

Tem professores que tiram o seu sustento dando aulas no Youtube, tanto em vídeos gravados como em streaming (aulas ao vivo). O limite de dados de franquia afeta quem produz conteúdo para youtube (ensina) e também para quem assiste (aprende). Se tem menos pessoas assistindo, menos dinheiro ganhará o canal com as suas aulas.

Isso se aplica também aos canais de entretenimento. Isso se aplica ao próprio youtube, que, no final das contas, terão menos acessos e com isso menos exibições de vídeos. E se tem menos exibições, menos renda gerada.

Faça os cálculos também para o seu streaming de música preferido. E para qualquer outra ferramenta que precisa de banda larga.

Adeus blog!

Não tenho acesso a uma banda larga de alta velocidade para as minhas tarefas escolares, no blog ou entretenimento. Tenho o suficiente para assistir vídeos em HD no youtube, filmes na Netflix, conversar por Skype, um Hangout, etc.

Poderia abrir mão de tudo isso, em resposta a não implementação destes limites de franquias. Vale lembrar que esses limites já existem em alguns contratos das operadoras. Inclusive já sofri com um limite de 40GB em 2006. O jeito era ficar contanto o quanto que gastava com downloads até o final do mês.

Mas, há algo na internet que faço desde 2007 e é a minha grande paixão - este humilde blog. Mesmo sendo hospedado em uma plataforma gratuita (Blogger), também tem o seu fluxo de mídia, download e navegação.

Do ponto de vista de quem administra, tem um custo. Custa dinheiro comprando layout em um ambiente seguro, custa sincronização de backups em diversos servidores, custa na análise dos dados do blog, custa na customização de ferramentas auxiliares do blog e custa muito tempo (e esse pode ser um inimigo das franquias) para organizar tudo isso.

Movimentos contrários ao limite de dados de franquia

Nunca fui adepto de assinaturas digitais, até porque não tem valor jurídico segundo a constituição. Mas, se é pra incomodar está valendo.

Mostre sua indignação nas redes sociais.

hashtag

#InternetJusta


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O vídeo possuí linguagem adulta.

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